quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Promoção de vendas


         Como a publicidade trabalha sobre a mente e não sobre o comportamento, fazendo com que não gere uma venda imediata, mas a promoção de vendas é quem opera esse comportamento, como por exemplo, quando o cliente fica sabendo de uma liquidação, que comprando duas peças, ganha um brinde (KOTLER, 2009, 144).

Ogden (2004, p. 14 e 15) considera como promoção de vendas aquelas atividades que complementam as outras variáveis do mix da comunicação integrada de marketing (CIM), como por exemplo, propaganda, relações públicas, publicidade, venda pessoal e marketing direto, com o objetivo de criar ou induzir compras. “Em geral, as promoções podem estar relacionadas com o intermediário (para motivação da força de vendas, por exemplo) ou com o consumidor final”[1].

Promoções de vendas devem apoiar os objetivos gerais do plano de CIM, assim como o plano de marketing, e devem estar integradas aos objetivos gerais da empresa. [...] As promoções de vendas têm sido tradicionalmente usadas para gerar um aumento de vendas no curto prazo. Contudo, essas promoções, se adequadamente planejadas, também podem ter impacto sobre as vendas de longo prazo (OGDEN, 2004, p. 65).

Sendo assim, promoção de vendas são incentivos a curto ou longo prazo para encorajar a compra ou venda de um produto ou serviço.
Quando se refere à promoção de vendas, Pinho (2004, p. 53 e 55) afirma que é uma ferramenta de marketing e comunicação de grande efeito no processo de persuasão e de estimulo à venda e à compra de produto ou serviços, com a capacidade de modificar comportamentos, pois altera fundamentalmente a relação preço/valor que o produto oferece ao comprador.
Para entender melhor, as promoções de venda podem ser, por exemplo, cartão de desconto; festival de comida, exposição de arte, semana sertaneja e aniversário da loja.




[1]OGDEN, James R. Comunicação Integrada de Marketing. São Paulo: Pearson, 2004, p. 65.

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

sábado, 19 de novembro de 2011

Publicidade e propaganda


        Publicidade é um meio de comunicação com a massa, que tem a finalidade de fornecer informações, desenvolver atitudes e provocar ações benéficas para o anunciante, geralmente para vender seus produtos e serviços.


Podemos definir como publicidade como aquela fase do processo de distribuição dos produtos ou serviços que se ocupa de informar sobre a existência e qualidade dos mesmos, de tal forma, que estimule a sua compra (KARGER, 1973, p. 9-10 apud PINHO, 2004, 172).

A propaganda realizar tarefas da comunicação de massa, constituindo-se de ações que estão voltadas para a difusão das ideias através de quaisquer meio, levando uma mensagem capaz de interessá-los em determinada ação, não tendo necessariamente a finalidade de vender[1].
Já para Ogden (2004, p. 13), a propaganda se desenvolve para executar qualquer mensagem de lembrança, informativa ou persuasiva, comunicada a um mercado ou público-alvo através de um meio não-pessoal.
Kotler (2009, p. 140) define propaganda como a ferramenta mais poderosa para a construção do conhecimento de uma empresa, envolvendo mídias variadas como espaço em revistas e jornais, rádio e televisão, outdoors, mala direta ou telefone. Só que em geral, a publicidade será um desperdício se a empresa não tiver nada interessante para dizer, ou for algo interessante de maneira inadequada, por esse motivo é que as empresas devem tomar cuidado sobre como gastar o dinheiro. No entanto, a abordagem mais eficiente é definir orçamento com base em objetivos e tarefas que irão atingir o mercado-alvo. Assim ficará mais fácil prever o alcance, a frequência e o impacto desejado[2].
Portanto, a função da publicidade é de transformar todos os homens em consumidores, de um modo que o aquilo que não era essencial se converta no indispensável, fazendo com que o mercado estar em constante movimento.




[1]PINHO, J.B. Comunicação em Marketing. 7ª ed. São Paulo: Papirus, 2004.p. 130-132.
[2]KOTLER, Philip. Marketing para o século XXI: Como criar, conquistar e dominar mercados. São Paulo: Ediouro, 2009.p. 143.

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Merchandising


         Merchandising é o enriquecimento e a valoração do clima organizacional, em nível de ponto de venda, onde se encontra o produto, com o objetivo de envolvimento do consumidor, levando-o à efetivação de compra (PINHEIRO; DUTRA, 2005, p.79). Sendo assim, a operação de merchandising precisa de um planejamento para se pôr no mercado o produto ou serviço certo, no lugar certo, no tempo certo, em quantidade e preço certos.

Já para Pinho (2004, p. 69), o merchandising, dentre as ferramenta do marketing, é uma atividade multifacetada que vem despontando como solução estratégica para inúmeros problemas surgidos do mix de marketing.

Merchandising é a análise e a resposta para as mudanças (transformações) e processos (avanços) que ocorrem no planejamento, negociação, aquisição e venda do produto ou serviço, desde a sua concepção até o recebimento e uso pelo comprador (KUNZ, 1998, p. 6, apud PINHO, 2004, p.70).

Sob outra perspectiva, o merchandising traduz-se na reprodução de uma imagem ou parte dela, pertencente a empresa, podendo resultar em sua comercialização (SÁ e SÁ, 2009, p. 149).

Portanto, o merchandising pode ser considerado como a mensagem dentro de um contexto, sendo responsável pelos atrativos e entretenimentos no ponto-de-venda, sendo a relação direta entre o cliente e o produto. O visual merchandising cria o impulso de compra para o cliente por meio de alguns instrumentos, como embalagem, design, destaque, boa exposição, arrumação, material promocional, decoração, enfim tudo pode ditar o destino do produto(CALAZANS, 2006, p. 195-199).

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Relações Públicas


       No ano de 1955, a Associação Brasileira de Relações Públicas (ABRP) conceituou a atividade de relações públicas como sendo “o esforço deliberado, planejado e contínuo para estabelecer e manter a compreensão mútua entre uma instituição pública ou privada e os grupos de pessoas a que esteja, direta ou indiretamente, ligada"[1].
Mas de acordo com França (2004, p. 32 e 33) durante muito tempo no Brasil a prática de relações públicas era restrita a comunicação interna na empresa, perdendo assim, sua perspectiva de macro e estratégias com o público externo.

As transformações sociais e organizacionais demonstraram que essas categorias nao mais correspondem à realidade enfrentada pelas empresas na relação com os públicos, nem à segmentação desses mesmos públicos, focalizamos hoje como nichos específicos aos quais deve ser dirigida a ação das empresas (FRANÇA, 2004, p. 33).

Sendo assim as relações públicas tem a função de desenvolver um bom relacionamento com os vários públicos da organização para que se obtenha uma imagem favorável.

As relações públicas podem ser entendidas como uma função de administração estratégica dos contatos e do relacionamento entre uma organização e seus diferentes públicos que constituem ou com ela se relacionam e interagem (PINHO, 2004, p. 83).

Em outras palavras, Pinheiro e Dutra (2005, p. 53) definem relações públicas como uma ferramenta construída de uma variedade de programas elaborados para promover e proteger a imagem de uma empresa e de seus produtos.
Já Ogden (2004, p. 109) acredita que o Relações Públicas tem como função, gerar no público geral boa vontade em relação à organização, onde se concentra os relacionamentos criados entre uma organização e seus vários públicos, usando a mídia para se comunicar com o público em geral, o que a faz parecer, de certa forma, com a propaganda, com a diferença que o RP não compra tempo nas mídias, como a propaganda faz.

O gerenciamento da imagem da empresa mediante o estabelecimento de um bom relacionamento com os vários públicos da empresa é chamado de relações públicas. É executado por meio de ações de assessoria de imprensa para inserir notícias e entrevistas na pauta dos veículos de comunicação, para estabelecer uma imagem favorável (OGDEN, 2004, p. 15).

Segundo o Conselho Regional de Relações Públicas (CONRERP) de São Paulo/Paraná, os principais objetivos das relações públicas visam:

1.     Conhecer e analisar suas atitudes;
2.     Recomendar à empresa ou entidade meios e modos pelos quais ela possa satisfazer os anseios da opinião pública;
3.     Informar a opinião pública sobre a satisfação de seus anseios, por parte da empresa ou entidade; e
4.     Promover a imagem da entidade ou empresa e de seus produtos ou serviços junto â opinião pública (PINHO, 2004, 84).

Mestieri (2004. p. 58) afirma em seu livro que os profissionais de Relações Públicas, buscam o estreitamento das relações entre a empresa e todos os seus públicos e não objetivam a comunicação de massa, como a propaganda.  Utilizado preferencialmente a comunicação dirigida e o diálogo direto.

Porque como bem exprime seu nome, Relações Públicas tratam das relações com todos os públicos. Assim, principalmente a função tem de ser exercida desde o momento do estabelecimento das políticas e da filosofia empresarial, traçando-se seus objetivos institucionais. Tem de se desenvolver integrada aos objetivos mercadológicos, objetivos de expansão, de diversificação, de capitação de recursos, de abertura de capital, de recrutamento de mão-de-obra. (MESTIERI 2004 p 58.)





[1] Blog ABRP de São Paulo. Disponível em <http://abrpsp.wordpress.com/about/definicao-rp/>. Acesso no mês de Outubro de 2010.

terça-feira, 9 de agosto de 2011

COMUNICAÇÃO INTEGRADA


      A comunicação integrada, dentro das organizações, tem como função a aproximação dos conteúdos de diversos setores, havendo a necessidade dos profissionais de comunicação o trabalho em conjunto, unindo forças para complementar funções distintas, com o objetivo de alcançar um único propósito.


A comunicação é um sistema de transporte de ideia, de um conceito, [...] e das ações empreendidas por uma entidade. A imagem para [...] gerar efeito positivo, há de aparecer como um conjunto monolítico, uniforme e inseparável. Um princípio elementar de comunicação é [...] preservar a homogeneidade dos conceitos e a unidade de pensamentos, um sistema de comunicação deve ser integrado e uniforme. Significa que suas partes precisam estar posicionadas num centro unificado de geração e irradiação de informação (TORQUATO, 2008, p. 162).

       Sendo assim, os diversos setores devem trabalhar de forma conjunta e ter o foco nos objetivos gerais da organização respeitando os objetivos específicos de cada um[1].

A estrutura de uma organização não deve ser horizontal ou vertical [...], já que isso dificulta a integração entre as suas diversas funções. Ao proceder dessa forma, a tendência [...] é administrar processos administrativos ou produtivos e diminuir as distâncias naturais e operacionais entre elas; como consequência, a forma circular gera interação entre as pessoas e com isso facilita o alcance dos objetivos da organização (PINHEIRO e DUTRA, 2005, p. 15).

Atingir os objetivos propostos depende de como explorar de maneira eficiente as várias ferramentas de comunicação como propaganda, relações públicas, merchandising e promoção de vendas[2]. A integração dos diversos conteúdos por uma equipe multidisciplinar de comunicação e um planejamento em conjunto trazem benefícios como a liderança nos negócios, a conquista da confiança, aumento de mercado e posicionamento da marca. O sistema organizacional também tem sofrido transformações com os novos instrumentos de tecnologia, pois hoje a comunicação é instantânea, como as videoconferências, a internet e suas aplicações, sugerindo uma mudança na forma que a comunicação integrada é vista dentro da organização.
Já para Ogden (2004, p.X), comunicação integrada é, metaforicamente, o que te faz ir ao supermercado e escolher tal produto de tal marca, pois é um conjunto de ações, estratégias, planejamentos que são desenvolvidos pela empresa para agregar valor à marca, criando uma identidade empresarial e consolidando a imagem perante o público.
O conjunto da comunicação integrada deve ter harmonia para alcançar resultado satisfatório, pois as diferenças e especificações de setor devem ficar de lado e somar todas as atividades para se obter eficácia na comunicação organizacional.

A comunicação integrada permite que se estabeleça uma política global em função de uma coerência maior entre os programas de uma linguagem comum de um comportamento homogêneo, além de se evitarem as sobreposições de tarefas. Os diversos setores trabalham de forma conjunta, tendo ante os olhos os objetivos gerais da organização e ao mesmo tempo respeitamos objetivos específicos de cada um (KUNSCH, 1997, p. 115 apud DORNELLES, 2002, p. 148).

Em uma publicação mais antiga, Kunsch (1986, p. 107-112) diz que para isso é preciso ter a compreensão da comunicação integrada como interdisciplinaridade entre a atuação conjugada de todos e da interação das atividades de comunicação. Assim essa integração é de fundamental importância para a organização em função do fortalecimento de seu conceito institucional, mercadológico e corporativo junto a todos os seus públicos.

É possível encarar de várias maneiras a comunicação integrada, que em síntese, constitui uma somatória dos serviços de comunicação feitos, sinergicamente por uma ou várias organizações e tendo em vista sobretudo os públicos a serem atingidos e a consecução dos objetivos propostos [...] (KUNSCH, 1986, p. 113).

Então a real eficácia da comunicação é o objetivo último de um trabalho integrado que só é possível mediante a ação conjugada de todas as áreas que produzem emitem e vinculam mensagens para os mais diferentes públicos.
Em outro conceito, Kunsch (1997, p. 115) diz que a comunicação integrada permite que se estabeleça uma política global em função de uma coerência maior entre os programas de uma linguagem comum de um comportamento homogêneo, além de se evitarem as sobreposições de tarefas.
A comunicação integrada engloba uma série de itens da comunicação, importantes para a definição da identidade empresarial que é iniciado com o fortalecimento da criação da marca da empresa, na qual são definidos seus valores, postura e objetivos, passando pelo desenvolvimento de seus instrumentos de comunicação como o estabelecimento de ferramentas de comunicação formais.

O planejamento estratégico normalmente realizado pelas organizações, é em geral, a melhor fonte e o melhor monto de partida para um planejamento de relações públicas com vistas à excelência e à eficácia da comunicação (KUNSCH, 1997. p.27).

Por esse motivo um planejamento de comunicação deve ser integrado, buscando nele, unificar mensagens e práticas que permeiam todas as ações da empresa, de diferentes áreas, para assegurar uma exposição equilibrada, consistente e direcionada aos objetivos maiores da organização.
Casali (2002, p. 150) diz que a comunicação integrada pode prevê a “construção de uma imagem organizacional única através de diversos instrumentos de comunicação, respeitando as características de cada veiculo, mas sempre com a transmissão de um único conteúdo”.
A importância da comunicação integrada está na unidade e é isso que define a assimilação da marca e a rápida identificação dos serviços prestados pela empresa. Um projeto bem trabalhado faz com que a empresa adquira personalidade, cujo todos os instrumentos de comunicação respeitam o mesmo objetivo e concentram seus esforços em uma estratégia única, não dispersa.




[1]KUNSCH, Margarida Maria Krohling (Org.). Obtendo resultados com relações públicas. São Paulo: Pioneira, 1997. p. 116.
[2]PINHEIRO, Duda; GULLO, José. Gestão integrada de marketing: gestão dos elementos de comunicação. 1. ed. São Paulo: Atlas, 2005.p.27.

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Tempo oportuno

"Porque diz: Ouvi-te em tempo aceitável E socorri-te no dia da salvação;" - II Coríntios 6.2

Viver com Cristo é algo simplesmente maravilhoso. E Deus tem preparado para você, um tempo oportuno de graça e de esperança, com base em seu relacionamento com Ele.O tempo divino é diferente do nosso, mas a Sua provisão sempre vem no tempo certo.

As bençãos de Deus não demoram, elas amadurecem. Deus não quer lhe dar algo que esteja verde e sem sabor. O que Ele tem reservado para ti estará maduro e lhe trará saúde espiritual.

O tempo do socorro se aproxima, pode descansar na fidelidade de Deus!!!

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Comunicação

A comunicação é um processo de troca de significados entre indivíduos por meio de um código comum, como por exemplo, linguagem falada ou escrita, signos, sinais e símbolos, a qual implica na transmissão de uma mensagem entre um emissor e um receptor possibilitando às organizações a codificação e decodificação, com constante inter-relação entre os setores de uma organização em um processo adaptável as mudanças.
A palavra comunicação origina-se do latim communicare, que significa partilhar, dividir, tornar comum, associar, trocar opiniões e está estreitamente vinculada ao conceito de comunidade (BARSA, 1997, p. 319). Sendo assim, a comunicação está diretamente relacionada à sequência do fluxo de trabalho, permitindo às organizações a realização de seus objetivos.

As comunicações são básicas para a existência diária de todo indivíduo moderno e de toda organização, de qualquer tamanho. Até mesmo nos níveis mais primitivos, o homem precisa saber qual será o clima, qual suprimento de comida pode ser esperado, os movimentos das tribos e rebanhos próximos e muitas outras coisas. Toda organização precisa saber o que está acontecendo com os grupos que a influenciam e como atingir os diversos públicos com os quais lida (LESLY, 2002, p. 46).

Segundo Torquato (2002, p. 162), a amplitude e abrangência da comunicação estabelece o diálogo da organização com seus públicos interno e externo através da interação entre vários emissores e receptores ao mesmo tempo. A autora Kunsch (2003, p. 41 e 42) faz a mesma afirmação e acrescenta que a comunicação em consonância com a cultura organizacional, é apontada como poder para facilitar a cooperação, a credibilidade e o comprometimento com valores.
O fato é que o papel da comunicação e a obtenção de resultados eficazes perante a organização que investe crescerá mormente no que tange à qualidade do serviço prestado, de acordo com Kunsch (2003, p. 43).

É a partir desse fundamento que uma organização dispõe de duas vertentes, a comunicação mercadológica que é centrada em dar visibilidade ao produto/serviço e a institucional que visa proteger uma imagem favorável do produto/serviço tanto para o público interno quanto externo, pois, de acordo com Kunsch (1986, p. 65), a comunicação integrada pressupõe uma junção da comunicação institucional, da comunicação mercadológica, e da comunicação interna.

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Realidade Aumentada no Cinema

       O que parecia apenas imaginação literária anos atrás, já é realidade e a cada dia que passa, essas tecnologias tomam um espaço maior em nossas vidas.
       A realidade aumentada tem impacto impressionante e motivador quanto se trata de interatividade, já que proporciona um ambiente onde o indivíduo pode viver uma experiência de imersão em um mundo que só existe virtualmente.
       O vídeo abaixo, é apenas um conceito, mas em breve vai se tornar uma realidade. Sua aplicação de Realidade Aumentada mostra cenas de filmes filmado nos lugares onde o usuário está naquele momento.




sábado, 26 de fevereiro de 2011

ÉTICA NAS RELAÇÕES PÚBLICAS

Segundo os conhecimentos obtidos nas aulas, compreendi que o código de ética é como um guia para o comportamento ético, através dos quais se estabelece um padrão de conduta, uma disciplina para as ações dentro das organizações.
O Relações Públicas deve usar a ética como um fator de fortalecimento da profissão, pois além de guiar as atitudes no dia a dia, a ética reforça a forma como se devem gerir todas as funções desempenhadas dentro de uma organização.
Nessa esfera profissional é onde se tem uma relação mais próxima com a ética, pois ela orienta e limita as ações dentro de uma organização. Nesse ponto, a ética pode se confundir com as normas e procedimentos da empresa. No entanto, acredito que não haja como separar ética pessoal da profissional, pois a questão é se você é ético ou não se é.
O profissional de Relações Públicas deve aplicar amplamente o código de ética pelo simples fato de que uma atuação ética nunca será forçada a se submeter a nenhum tipo de pressão ou desvalorização das pessoas, já que se tem a ética como o ponto básico para o respeito do profissional.
Com tudo, percebi no código de ética das Relações Públicas, se preocupa muito mais em delinear um comportamento ideal para a prática da profissão do que num estabelecimento normas a serem seguidas.
O profissional de RP deve ser uma pessoa com ideias formadas, de opinião critica e que busquem o melhor tanto para a sociedade quanto para a empresa onde trabalha.