segunda-feira, 15 de março de 2010

A REVOLUÇÃO DA INTERNET

Web 2.0

Ao longo dos anos, o período entre as grandes revoluções, tem diminuído avassaladoramente, pois cada nova tecnologia inventada é capaz de produzir outra melhor e mais aperfeiçoada. Com a internet não podia ser diferente, já que tudo evolui.

Hoje estamos na era da Web 2.0, que corresponde basicamente a uma internet que fala, ouve e responde. Ela é conceituada na troca de informações e na colaboração dos internautas com sites e serviços virtuais. Seu principal objetivo é tornar o ambiente on-line mais dinâmico, havendo uma interação dos usuários para a criação e organização do conteúdo.

Como em cada revolução, foi preciso gerar um novo comportamento e linguagem para a Web 2.0 se desenvolver corretamente. Um exemplo,é a publicidade, pois sua comunicação era uma via de mão única e agora passou a ter um elo de ligação com seus possíveis clientes, transformando o consumidor passivo, em um produtor ativo.

Assim a internet deixou de ser mais uma mídia de apoio, e se tornou um veiculo de massa, uma convergência das mídias tradicionais, mas com o diferencial da interatividade. Ou seja, cada indivíduo é um emissor massivo em potencial e simultaneamente receptor na rede, podendo difundir uma mensagem através de inúmeras possibilidades, como em vídeos, blog’s, e-mail’s, chat’s.
E a seqüência não para, enquanto uns ainda tentam descobrir o que é a web 2.0, outros já estão dando as boas vindas para a web 3.0.

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

LEÕES E CORDEIROS

     Leões e Cordeiros é um filme reflexivo e intrigante, não é apenas um entretenimento, pois não aponta respostas, mas sim nos instiga a fazer perguntas. Mostrando a guerra em um ângulo diferente, através do diálogos, no pano de fundo, de três pessoas envolvidas na guerra no Afeganistão, mas em diferentes aspectos e locais e ao mesmo tempo.
     Pelo que se pode observar, o objetivo central do filme é exigir uma atenção plena do espectador para fazê-lo refletir no conflito entre EUA e Iraque que é praticamente uma guerra “fabricada” e que já dura mais que a II Guerra Mundial. O filme também nos impulsiona a pensar no papel que cada indivíduo desenvolve dentro da sociedade e em quanto a mídia tem poder sobre o povo.
     A história mostra que os motivos reais dessa guerra são muito diferentes daqueles que são explicados pela mídia. E essa conclusão é desenvolvida dentro do filme na relação de poder em vários níveis da sociedade, como um político, uma jornalista, um professor e os alunos universitários.
     Leões e Cordeiros é um bom filme, com narrativa linear, mostra como essa guerra é absurda, apesar dos fins lucrativos que a conduz.

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

A MUDANÇA CLIMÁTICA PRECISA QUE A COMUNICAÇÃO SEJA ALIADA

As conseqüências do aquecimento global pede urgência e não o alarmismo da imprensa.

     A comunicação e o tema “Mudanças Climáticas e Aquecimento Global”, nunca estiveram tão ligados como nos dias atuais. O assunto está na pauta dos jornais, revistas, rádios e TVs, adquirindo uma dimensão popular, disputando espaço com assuntos do cotidiano. Comunicar de modo simples um assunto complexo, tem produzido discussões pouco aprofundadas e conclusões catastróficas. Esse é um assunto delicado, o que exige pelo menos algum respaldo em dados científicos, por parte do comunicador.

     Hoje, o meio de comunicação está interessado em apenas publicar o que chama mais a atenção. Já não há como discernir o que é mito de verdade. A pesquisadora da Embrapa, Drª Rosana Higa explica que, de fato, a temperatura do planeta está aumentando devido a sua oscilação normal. Mas a culpa é, indiscutivelmente, do homem por provocar que essa oscilação permaneça por um período maior.

     O fator principal que ocasiona as mudanças do clima são os gases de efeito estufa, que contribui com 613% da emissão mundial. Esses gases adquiridos através das diversas formas de energia, como o por exemplo, a combustão de combustíveis fósseis, padrões de consumo desmedidos e desmatamento. As conseqüências pedem urgência e não pânico.

     Quando a mídia trata o assunto com um tom catastrófico, a reação das pessoas é de que já não há nada a fazer e que esse problema não tem solução. O comunicador precisa ser realista para estimular as outras pessoas a tomarem as medidas necessárias para minimizar esses impactos.

     Para não produzir perigosas confusões e alguma desinformação, a mídia deve substituir seu enfoque de apocalipse por um outro que aprofunde o tema e oriente. Pois, o importante é que a população adquira conhecimentos necessários e verdadeiros sobre os riscos das mudanças climáticas e para terem atitude responsável com o meio ambiente. Este é o grande desafio.

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