terça-feira, 13 de março de 2012

Venda pessoal


          No que diz respeito à venda pessoal, Pinho (2004, p. 41) a define como um verdadeiro elo entre a organização e seus clientes, desempenhando um papel de vital importância como função de marketing, caracterizando-se como uma forma especializada e distinta de comunicação interpessoal.

O vendedor é o principal representante da companhia no cliente – muitas vezes o vendedor é a empresa para seus clientes – e ainda constitui uma excelente fonte ao trazer para sua companhia informações sobre os clientes, os concorrentes e o mercado. [...], pois os vendedores fazem mais do que cumprirem suas cotas de venda (PINHO, 2004, p. 41 e 42).

Portanto, venda pessoal é a comunicação feita de pessoa a pessoa, gerando resposta imediata, que são apresentadas pelo pessoal de vendas através de informações obtidas do cliente sobre o produto. Ou seja, conforme o próprio nome sugere, a venda pessoal baseia-se no contato pessoal.
Em outras palavras, de acordo com Ogden (2004, p. 14),“a venda pessoal é utilizada para gerar os benefícios da comunicação individualizada e envolve dialogo entre empresa e o consumidor”, permitindo ao vendedor responder diretamente às preocupações e perguntas dos consumidores, como um feedback imediato. Só que o mesmo autor[1] afirma que o alto custo do contato direto é uma desvantagem em comparação com a propaganda que envia sua mensagem para um grande número de consumidor, enquanto a venda pessoal atinge um número pequeno de pessoas, mas em contraponto, o vendedor pode identificar as necessidades do consumidor.
Os bons vendedores, para Kotler (2003, p. 226), são aqueles que sempre têm em mente que nasceram com dois ouvidos e uma boca, pois isso não os deixa esquecer que devem ouvir duas vezes mais do que falar.
Para resumir, a venda pessoal é direta proporciona a realização de feedbacks entre consumidores e empresa, mas tem sua abrangência limitada.




[1]OGDEN, James R. Comunicação Integrada de Marketing. São Paulo: Pearson, 2004.p. 101.